Categoria: Tijolos Ecológicos no Brasil

Associe-se à ANITECO com condições especiais

A OPORTUNIDADE QUE VOCÊ ESPERAVA PARA FAZER PARTE DE ALGO IMPORTANTE.

ASSOCIE-SE À ANITECO COM CONDIÇÕES ESPECIAIS:

Até 23 de fevereiro inscrição e anuidade em taxa única e reduzida de apenas R$ 600,00 em 3 vezes.

Uma campanha especial de adesão para que todas as empresas e profissionais da Indústria do Tijolo Ecológicos se tornem associados.

Com esta iniciativa a ANITECO irá ampliar sua cobertura, fortalecer as suas bases e oferecer os melhores resultados para os seus associados. Afinal, juntos somos mais fortes. Venha conosco!

PASSO A PASSO PARA SE ASSOCIAR

  1. Acesse www.aniteco.com;
  2. Clique no link Associe-se;
  3. Clique em Informações e confira os requisitos para se associar;
  4. Preencha o Formulário de Requerimento de Associação disponível no final da página informações;
  5. Clique no TERMO DE ADESÃO para baixá-lo, imprima o documento, preencha, coloque a data, assine e escaneie em formato PDF para poder anexá-lo;
  6. Anexe também cópias escaneadas dos demais documentos exigidos para sua associação, em formato PDF:
    • a. Contrato Social ou última alteração contratual ou Estatuto, acompanhado da última ata de Assembleia;
    • b. Número de identificação do Registro de Empresa (NIRE) perante a Junta Comercial ou Cartório competente com a data de registro no Órgão,
    • c. Comprovante de endereço atualizado (máximo 90 dias), de RG, CPF e comprovante de residência do sócio administrador e/ou Presidente (em caso de organização sem fins lucrativos);
  7. Faça o depósito da primeira parcela na conta bancária da ANITECO: Banco ITAÚ, AGENCIA Agencia: 4450, Conta Corrente: 27069-1,  Razão Social: ANITECO – Associação Nacional da Indústria do Tijolo Ecológico, CNPJ:26.624.165/0001-28
  8. Envie o comprovante do depósito para tesouraria@aniteco.com
  9. Você receberá o contrato de adesão em alguns dias, então precisará assinar e postar nos Correios para a sede da ANITECO: Rua Cristiano Moreira Sales, 150, Sala 508, Bairro Estoril, Belo Horizonte/MG, CEP 30494-360.

Tudo pronto, parceiro. Seja bem vindo!

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Mercado Nacional dos Tijolos Ecológicos: Potencialidades e Desafios

TRABALHO ACADÊMICO APRESENTADO NA XX SEMANA DE INICIAÇÃO CIENTIFICA DA UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI, SOBRE OS TIJOLOS ECOLÓGICOS.

Reconhecendo a necessidade de estudos sobre os processos de fabricação e comercialização do tijolo ecológico (solo-cimento) na indústria da construção civil, pesquisadores do Departamento de Construção Civil da Universidade Regional do Cariri (URCA) realizaram uma pesquisa sobre a viabilidade da aplicação do tijolo ecológico no Brasil.

Os dados foram coletados através de entrevistas, com o objetivo de obter novas informações sobre a tecnologia do tijolo ecológico e as principais dificuldades e desafios enfrentado pelos fabricantes.

Alunos: Pedro André de Souza Gonçalves, Eurides Ferreira de Alcântara, Silmara Larissa de Andrade Silva
Orientador: Renato de oliveira Fernandes

A ANITECO agradece e parabeniza os responsáveis por esta importante iniciativa!

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Primeira casa feita com tijolos ecológicos é entregue em comunidade de Alagoas

Dona Maria e a família estão se mudando de uma casa feita de taipa para uma casa de alvenaria construída com tijolos feito com cinzas do bagaço da cana-de-açúcar.

A primeira casa feita com tijolos ecológicos, feitos a partir das cinzas do bagaço da cana-de-açúcar, foi entregue. A família da Dona Maria está deixando a velha casa feita com taipa, localizada na cidade de Pariconha, Sertão de Alagoas, para uma casa com três quartos, cozinha e banheiro.

A neta de Dona Maria, Aline Morais, diz que a casa de taipa onde mora com os filhos, o irmão e a avó é muito quente, e que é preciso ficar boa parte do tempo fora de casa por causa do calor. A moradia tem apenas dois cômodos e não tem sequer banheiro.

“Aqui faz bem muito calor a gente fica abafado para sair pra fora. É um sufoco aqui”, diz.

Os tijolos ecológicos, feitos a partir das cinzas do bagaço da cana-de-açúcar, foram criados pelas estudantes do Instituto Federal de Alagoas (IFAL) Samantha Mendonça, 24, e Taísa Tenório, 25, para baratear as construções e levar moradia digna à famílias carentes. Foram anos de pesquisa até o projeto final, premiado na categoria Science, da Genius Olympiad, evento realizado nos Estados Unidos.

A comunidade Jeripancó, em Pariconha, foi capacitada e os moradores aprenderam a construir os tijolos. Com isso, o valor da casa de alvenaria caiu pela metade. Com menos cimento e com as cinzas do bagaço da cana-de-açúcar, o tijolo ficou três vezes mais resistente.

Além da casa de dona Maria, mais duas casas serão construídas na comunidade Jeripancó. Em Estrela de Alagoas, mais moradias para comunidade carente devem ser construídas.

Assista a reportagem no link a seguir: https://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/primeira-casa-feita-com-tijolos-ecologicos-e-entregue-em-comunidade-de-alagoas.ghtml

fonte: G1 Globo

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A ANITECO – Associação Nacional da Indústria do Tijolo Ecológico reivindica enquadramento fiscal diferenciado para a fabricação de tijolos ecológicos

O presidente da Associação Nacional da Indústria do Tijolo Ecológico (ANITECO), Ruston Albuquerque, trabalha para definir o enquadramento fiscal que mais se adeque ao setor, e compreenda as singularidades desta atividade.

A produção dos tijolos ecológicos se baseia em processos produtivos que transformam passivos ambientais em ativos econômicos resultando em um produto sustentável e inovador.

Para Ruston Albuquerque, aos olhos do estado, o setor não existe formalmente.

É preciso fazer com que o estado perceba que esta é uma atividade econômica baseada em uma indústria diferenciada. Uma cadeia produtiva com enorme potencial econômico, social e ambiental. Portanto não é justo nem eficaz que sejamos confundidos com outras atividades. Existem barreiras e complicadores de toda ordem: fiscal, burocrática e tributária, que dificultam a expansão desta indústria e muitas vezes comprometem a competitividade dos nossos produtos. Existem muitos exemplos de empreendedores do setor que têm seus alvarás negados ou atividades comprometidas por falta de um enquadramento adequado de suas empresas. Entraves na concessão de licenciamento ambiental e alvarás são comuns. Assim como exigências fiscais impertinentes e totalmente estranhas aos processos de fabricação dos tijolos ecológicos. Nossa indústria não gera resíduos ou poluentes de qualquer natureza. Nos nossos processos produtivos não existe queima de nenhum combustível e a eficiência energética da produção e do produto é diferencial a ser observado. Bem como devem se destacar os benefícios sociais e econômicos contemplados pelas virtuosidades desta cadeia produtiva ”.

Para a ANITECO é fundamental que seja reconhecida a Fabricação de Blocos Modulares de Solo-cimento ou simplesmente Tijolos Ecológicos como uma atividade distinta e singular para que se construam políticas de desenvolvimento para esta indústria. Ainda segundo Ruston Albuquerque a entidade não está pleiteando benefícios tributários, muito embora se reconheça o peso dos impostos sobre os microempresários (maioria absoluta da base desta atividade), o mais importante no momento é superar as barreiras fiscais no que tange às exigibilidades normativas e burocráticas, tais como licenciamento ambiental, enquadramento como atividade não poluente, além do atendimento aos protocolos estaduais e municipais para a concessão de alvarás, licenças, inscrições, homologações, autorizações etc.

Com este entendimento em fevereiro de 2017 o Departamento Jurídico da ANITECO ingressou com uma consulta formal junto à Delegacia da Receita Federal em Belo Horizonte, solicitando que este órgão indique o número de CNAE (Cadastro Nacional de Atividades Econômicas) mais adequado à atividade, ou na ausência de um CNAE que considere as singularidades desta atividade, que se abra uma nova “Exceção do CNAE” de forma a distinguir esta atividade corretamente.

Atualmente os empresários da Indústria do Tijolo Ecológico usam CNAE’s por “proximidade ou similaridade”, inscrevendo suas empresas como produtoras de artefatos de cimento, tijolos de barro ou afins oque gera muitos embaraços e dificuldades na ordenação documental destas empresas e ainda na subordinação fiscal das mesmas.

No entendimento do advogado Alexandre Nogueira (especialista tributário da Nogueira e Drumond Advs. Assocs), representante da ANITECO entende que o CNAE precisa ter uma qualificação específica para essa indústria e argumenta:

Não se faz justiça ao tratar uma indústria virtuosa, não poluente, inovadora e que resíduos em produtos sustentáveis como outra indústria baseada no consumo de recursos naturais, baixa eficiência energética e uma pegada ambiental negativa. A exceção do CNAE é um passo fundamental para o reconhecimento de uma atividade econômica que interfere diretamente numa alternativa de ordenamento socioeconômico sustentável”.

Ainda segundo o Advogado Alexandre nogueira a Receita Federal deverá responder em um prazo médio de 60 dias e que espera pelo apontamento de uma solução satisfatória para a as solicitações sob consulta.

Mais informações com Ethel Kacowcz nos telefones (31) 3347-1400 e (31) 99979-7311.

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